O Centro do Rio de Janeiro é o coração da Zona Central, com uma área de 572,31 hectares. É o polo histórico, político, financeiro e comercial da cidade. Apesar de ter edifícios residenciais, seu caráter é predominantemente comercial e turístico, abrigando a maior concentração de edifícios financeiros e de escritórios, além da maioria das sedes do poder público. Seu IDH de 0,894 (2000) é considerado alto. Seus limites englobam sub-bairros e regiões como Candelária, Cinelândia, Carioca, Castelo, Praça XV, Saara e Uruguaiana, além das ilhas das Cobras, Fiscal, de Villegaignon, das Enxadas e o Aeroporto Santos Dumont.
Do ponto de vista histórico e da infraestrutura, o Centro é o berço da cidade, onde a história documentada começou em 1567 com a transferência dos fundadores para o Morro do Castelo (que foi derrubado em 1921 para dar lugar à atual região do Castelo). Desde 1763 até 1960, foi a sede administrativa do Brasil. Persistem estruturas arquitetônicas desse passado, como o Paço Imperial, o Convento do Carmo, o Mosteiro de São Bento e diversas igrejas históricas. Desde 2009, o Centro passa por um intenso processo de revitalização, notadamente através do programa Porto Maravilha, com investimentos em restauração e modernização, visando superar o déficit hoteleiro e modernizar a região portuária.
A localização do Centro é estratégica, delimitada por bairros centrais como Catumbi, Cidade Nova, Glória, Lapa, Santa Teresa, Saúde e Santo Cristo, além da Baía de Guanabara. Sua geografia original, que era plana com morros baixos, foi alterada por diversos e graduais aterros para a modelação do Porto do Rio de Janeiro. É cortado por importantes vias principais, como a Avenida Presidente Vargas, a Avenida Rio Branco e a Avenida Rodrigues Alves (esta última em transformação devido à demolição do Elevado da Perimetral). A única grande área verde remanescente é o Campo de Santana.
A economia do Centro é impulsionada pela concentração de sedes de grandes empresas, como Petrobras, Vale e Embratel. Possui um ativo mercado imobiliário e diversas opções de comércio, desde lojas de rua (como a Saara) até centros comerciais (Avenida Central, Paço do Ouvidor). Em termos de transportes, o Centro é o principal hub da metrópole, servido por uma vasta rede de linhas urbanas e intermunicipais de ônibus, trens (Central do Brasil), metrô e barcas, que o conectam a todas as zonas do município e aos principais municípios da Baixada Fluminense e da Região Metropolitana.
O Centro é um importante polo cultural e educacional. Abriga 23 instituições museológicas, liderando a cidade em opções culturais, incluindo o Museu Histórico Nacional e o Centro Cultural Banco do Brasil. Edifícios icônicos como o Teatro Municipal, a Biblioteca Nacional do Brasil e a Catedral de São Sebastião marcam a paisagem. Em educação, concentra campi de algumas das maiores universidades e institutos do país, como a Faculdade de Direito da UFRJ, o Instituto Biomédico da UNIRIO, a ESPM, UCAM e IBMEC, consolidando-se como um centro acadêmico de alta relevância.
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